Espécie: Eleocharis parvula. Pertence à família Cyperaceae. Temperatura: 15 a 28 °C. Demonstra grande amplitude térmica, adaptando-se confortavelmente desde aquários não aquecidos ou de água temperada até montagens tropicais aquecidas. Origem: Cosmopolita (com ampla distribuição natural em zonas costeiras, estuários e margens alagadiças da América do Norte, Europa e Ásia). Tamanho: Altura de 3 a 7 cm (mantendo-se notavelmente curta) e propagação horizontal contínua por estolhos. Devido ao seu porte rasteiro, é utilizada exclusivamente no plano frontal (foreground) como planta de cobertura/tapete. Luminosidade: Média a Alta. Embora consiga subsistir sob iluminação moderada, necessita de boa intensidade de luz no fundo do aquário para estimular a ramificação horizontal rápida e manter as lâminas curtas e densas, evitando que os fios fiquem excessivamente altos ou espaçados. Necessidade de CO2: Média a Alta. Embora seja uma das opções de tapete mais viáveis para aquários sem injeção de gás, o fornecimento regular de CO2 acelera expressivamente o fecho uniforme do relvado. Beneficia decisivamente de um substrato fértil e de granulometria fina para facilitar a penetração e ancoragem dos corredores radiculares. Crescimento: Rápido a Médio. Após a fase de fixação radicular, espalha-se com rapidez emitindo uma malha subterrânea de estolhos em todas as direções. Reage de forma excecional à poda: cortar o topo com uma tesoura ondulada (wave scissors) a cerca de metade da altura estimula o adensamento imediato da base. Dificuldade: Fácil a Média. É consideravelmente mais tolerante e acessível do que carpetes miúdas como a Hemianthus callitrichoides 'Cuba'. O segredo para o sucesso consiste em dividir o copo/porção em pequenos tufos (com 4 a 6 fios cada) e plantá-los em padrão axadrezado com uma pinça, espaçados cerca de 1 a 2 cm entre si. Aparência: Apresenta hastes filiformes extremamente finas, retas e flexíveis, semelhantes a agulhas de tom verde-claro brilhante a verde-esmeralda. A sua textura suave balança graciosamente com a circulação da água, conferindo uma sensação de vastidão e escala paisagística natural, sendo indispensável para suavizar as bases de pedras e troncos.